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POEMA POPULAR NORDESTINO


"Eu sou cobra criada na caatinga"

Já conheço as tocas do caminho

Meu alforge é carregado de oração

Aprendi a ser valente com Lampião

Mas a minha arma de fogo é a fé

Acredito em Jesus de Nazaré

E na força do povo do sertão

jambo

Publicado no Recanto das Letras em 28/01/2008
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Eu li este poema e fiquei comovida,
 este é meu povo, terra onde nasci, minhas origens, meus antepassados viveram essa seca, nessa condição, foram heróis,  sobreviventes, fortes homens e mulheres robustas, parideiras, acostumadas a labuta da vida, quase  miserável, mas dignas, honestas e honradas; Meu povo minha saga, sou  semente bem plantada, com força de resistente natureza, nasci pra vencer e ser sempre vencedora, a aparente derrota, é engano do cão, sou mulher sertaneja, não se engane não meu irmão.
 valvesta do sertão.

3 comentários:

direitinho disse...

É impossível ficar indiferente a uma poesia tão natural e brilhante.
Aqui se bebe um pouco do sofrimento de um povo e da sua própria força e razão.

Alvaro Oliveira disse...

Olá amiga Valquiria

Finalmente minha amiga, estou de regresso, recuperado e feliz.
Os meus agradecimentos pelo apoio e cariño que sempre me ofereceu.
Os verdadeiros amigos são pérolas.

Gostei de mais do poema de seu post. É realmente comovente.

Uma boa semana lhe desejo.

Beijos

Alvaro

piedadevieira disse...

Também sinto uma grande comoção ao ler sobre o povo sofrido do sertão.Sofrido, porém forte, povo que tem muito para contar, para dar exemplos.
Beijos