Bem vindos!

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Musica Portuguesa, a suavidade de cantar o amor.



Sabe aquele amar que faz a vida ser colorida, nos faz bobos, inseguros e infantis
Deixa-nos trêmulos, ofegantes, distraídos... Será que alguém já descobriu que paixão é doença?
É uma dependência emocional, se tudo bem ficamos ótimos, se não bem ficamos arruinados!
Podem me dizer se existe algum remédio que cure paixão, ou anestesie o ciúmes, ou mesmo que acorde do sonhar acordado; E a carência? que bicho é esse que nos contamina, fragíliza, e se facilitar-mos nos  prostra de cama.
Definitivamente paixão é doença!!  Mas alguém ai já arranjou imunidade pra tal doença? 
Vamos combinar, é mesmo maravilhosa essa doença. Desta sonhamos toda uma vida em ter, se adquirimos nunca queremos curar, a dificuldade é que é uma doença egoísta, nunca se dá por satisfeita,
pede e pede mais, quer realização plena das emoções, mas modestamente falando, eu amo o sonho de amar, e se passamos pela vida sem ser contaminada por tal moléstia, morremos infelizes.
Bom com certeza morrerei feliz, mesmo sonhando em ser amada, o amor é a maior benção que o coração pode sentir, que todos os sintomas se manifestem, mas quando eu viajar pras estrelas voarei cantando um hino ao amor, a agradecerei tê-lo sentido, realizavel ou não, eu amei!
valvesta in paixão
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Balançar - Mafalda Veiga

Pedes-me um tempo,
para balanço de vida.
Mas eu sou de letras,
não me sei dividir.
Para mim um balanço
é mesmo balançar,
balançar até dar balanço
e sair..

Pedes-me um sonho,
para fazer de chão.
Mas eu desses não tenho,
só dos de voar.

Agarras a minha mão
com a tua mão
e prendes-me a dizer
que me estás a salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração...

Pedes o mundo
dentro das mãos fechadas
e o que cabe é pouco
mas é tudo o que tens.
Esqueces que às vezes,
quando falha o chão,
o salto é sem rede
e tens de abrir as mãos.

Pedes-me um sonho
para juntar os pedaços
mas nem tudo o que parte
se volta a colar.

E agarras a minha mão
com a tua mão e prendes-me
e dizes-me para te salvar.
De quê?
De viver o perigo.
De quê?
De rasgar o peito.
Com o quê?
De morrer,
mas de que paixão?
De quê?
Se o que mata mais é não ver
o que a noite esconde
e não ter
nem sentir
o vento ardente
a soprar o coração.
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Amar, abraçar, segurar as mãos, nada pode substituir o prazer do toque amado.

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6 comentários:

Daniel Savio disse...

Não tem como curar paixão, mas por isso que é tão bom vive-la de forma plena...

Fique com Deus, menina Valvesta.
Um abraço.

Amor feito Poesia disse...

Eu queria ser o Mar de altivo porte
Que ri e canta a vastidão imensa!
Eu queria ser a pedra que não pensa,
A pedra do caminho rude e forte!

Florbela Espanca

Amor & Paz no seu Domingo!!
Beijo-te a alma! M@ria

Andradarte disse...

Tudo pelo amor...com paixão melhor
ainda...
Gostei de ouvir Mafalda .

Beijo

Everson Russo disse...

Amar é sempre bom,,,e ser amado tambem é claro...rs...beijos de otima semana pra ti querida.

(CARLOS - MENINO BEIJA - FLOR) disse...

Parabéns a quem acolhe e dá amor.Lembrei-me agora de Amália Rodrigues. Era rapazinho e gostava de ouvi-la. Beijos. Saudades daqui

sonho disse...

Cada lugar teu...essa toca me bem fundo...
O amor é um sentimento eterno...não termina
Beijo d'anjo